Pular para o conteúdo principal

Cinco dias para o Foco RI - Evento

Relembrando:

Evento: II FoCO RI

Realizar-se-á em Brasília entre os dias 4 e 7 de setembro de 2010, o segundo Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais. Organizado pela prestigiosa Universidade de Brasília – UnB.

Está confirmada a presença na mesa de abertura do evento do pesquisador Nicholas Onuf um dos expoentes do pós-modernismo mais especificamente da linha teórica chamada de Construtivismo Social ao lado de Alexander Wendt. A obra mais impactante de Onuf no panorama das relações internacionais é o conhecido livro “World of Our Making: Rules and Rule in Social Theory and International Relations”.

A vinda desse autor dá mostras da capacidade dos organizadores desse evento – que não conheço pessoalmente – maiores detalhes podem ser encontrados no site do evento http://www.focori.com.br/

Abaixo deixo o flyer do evento.

 

Comentários

Carol disse…
Ai Mário, nessas horas que eu queria ter dinheiro!! rsrs
Vc vai??
Abraços!
Mário Machado disse…
Então é nisso que dar ir pra Las Vegas fica sem dinheiro..rs.. brincadeiras a parte tenho um casamento para ir em Brasília, mas as coisas estão conspirando pra eu não conseguir ir, se eu for a Brasília irei lá conferir o evento que parece que será bom além de que o pessoal da organização foi muito simpático no trato comigo.

Abs,

Postagens mais visitadas deste blog

A apuração eleitoral e o observador das Relações Internacionai

O Colégio Eleitoral americano e a apuração dos votos, nos parecem muito complicadas e pensamos: no Brasil é bem melhor. Nós olhamos o mundo pelas lentes de nossa cultura e isso afeta o julgamento que fazemos de diversas situações e realidades internacionais. Muitos conflitos em negócios internacionais têm nesse fato sua origem.   A natureza federalista, com ênfase, estadual dos EUA é muito diferente do nosso federalismo e há complexas raízes históricas para isso. Boa parte do debate constitucional original daquele país gira em torno dos Direitos dos Estados. Nosso sistema tem um caráter centralizado, que ignora as nuances regionais em troca de processos uniformizados. A informatização do voto trouxe de fato, muita celeridade ao processo, mas a adoção desse regime não foi feita com um amplo debate nacional e são comuns as desconfianças sobre a integridade desse modo de fazer eleições. Muitas opiniões publicadas sobre o sistema eleitoral de lá e de cá são apenas as lentes da fa...

Transformação pela Criatividade

Como gerar empregos que não abandonam as cidades? Como recuperar áreas urbanas abandonadas? Essas são perguntas que assombram todas as cidades. A globalização diminuiu as barreiras a circulação do capital e empresas no mundo. Os primeiros a sentirem o impacto dessa nova realidade foram as cidades no coração do capitalismo mundial, cidades dos EUA e Europa. A saída de grandes empresas deixou um saldo de milhares de empregos perdidos e a cicatriz física de ter regiões inteiras marcadas por prédios abandonados. O governo de Londres foi o primeiro governo a perceber um movimento interessante. Artistas, designers e startups de novas tecnologias começavam a ocupar esses espaços abandonados, e mais notável ainda, começavam a gerar empregos, a atrair turistas e investimentos. A criatividade estava transformando a cidade e se alimentava da atmosfera urbana e, mais importante, só existia por estar ali. Essa é a Economia Criativa, onde a junção da cultura única de cada cidade e a criatividade...

Lição Chinesa

O governo chinês é importante parceiro comercial no continente africano. Comprando, basicamente, commodities e ofertando bens e serviços, além de empréstimos para projetos de desenvolvimento. Esse arranjo gera para o lado chinês maior influência global e abertura de novos mercados. Pelo lado africano oferece acesso a bens, serviços e empregos.  Trocar commodities por bens de maior valor agregado causa deterioração dos termos de troca, isto é, a diferença entre o valor que exportado e o valor do que é importado. O que naturalmente gera endividamento. Diante desse cenário, o governo chinês usa sua demanda interna e capacidade de importação via acordos comerciais setoriais que aproveitam vantagens comparativas locais dando escala na produção de itens desejados pela China e garantindo mercado para esses produtos.   O que paulatinamente contribui para equilibrar a balança comercial com essas nações africanas ao mesmo tempo que garante abastecimento para a China. Em tempos de ...