Pular para o conteúdo principal

Palestras: Católica Mercosur e II EACRI

microfonepalestra Nesse mês de maio terei a honra de participar de dois super-eventos de Relações Internacionais, em Brasília (15 de maio) e Goiânia (21 de maio). Os eventos apresentam temática similar embora com abordagens distintas.

Brasília

LOGODia 15 de maio estarei em Brasília para participar do “I Congreso de Iniciación Científica en Relaciones Internacionales de las Universidades Católicas del Mercosur e Invitados” projeto idealizado e realizado pelo RiUCB, que é minha querida alma mater. (Falei sobre isso aqui).

No Católica Mercosur (clique no link para saber sobre inscrições e outras informações) minha palestra terá a temática:  “Latino-America y su Inserción en el Sistema Internacional Contemporáneo.” E estarei na mesa acompanhado de Dr. Nidi Bueno, nosso anfitrião, Diretor do Curso de Graduação em Relações Internacionais do RiUCB e do professor da mesma casa Dr. Rogério Lustosa estarão na mesa também a professora Dra Cristina Inoue do conceituado iREL UnB, o famoso jornalista do Valor Econômico e figura fácil nos debates da GloboNews Sergio Leo e German G. Gutiérrez, coordenador de Ciência, Tecnologia e Educação  da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica – OTCA.

Goiânia

Dia 21 de maio estarei em Goiânia para participar do II Encontro Acadêmico Cientifico de Relações Internacionais – EACRI que tem como tema: “Inserção internacional da América do Sul: Desafio e perspectivas”, projeto concebido e realizado pelo Centro Acadêmico Sérgio Viera de Melo – CARISVIM e pela Coordenação do Curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Goiás – PUCGO. (Falei sobre isso aqui).

cartas EACRI No II EACRI (clique no link para saber sobre inscrições e outras informações) participarei da “Mesa Redonda de Comércio Exterior” que segundo o programa do evento: “debaterá os atuais avanços da Integração Regional da América do Sul e as dificuldades no comércio exterior brasileiro e dos outros Estados da região. Ela será mediada pelo Prof. Leandro Borges e contará com a presença do Prof. Dr. Ironildes Bueno, o atual Coordenador do Gabinete PromoGoiás, Rodolfo Artiaga”.

Quem for participar do II EACRI eu recomendo o debate aristotélico entre Adriano Pires e meu bom (e velho) amigo Rafael Duarte com a temática: “Águas Compartilhadas: Um componente importante no jogo de poder regional” que acontecerá dia 20. E meu amigo Marcelo Reich, editor do InfoRel, também falará no dia 21 sobre as possibilidade de ataques terroristas no mega-eventos que o Brasil receberá.

O aspecto mais interessante desses eventos é a oportunidade de conhecer outros loucos apaixonados por Relações Internacionais e a parte mais gratificante sem sombra de dúvidas é encontrar com os leitores desse blog é sempre uma experiência única.

Então nos vemos em maio e ainda há datas livres em junho e no segundo semestre caso queiram levar o Coisas Internacionais para seus eventos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Lição Chinesa

O governo chinês é importante parceiro comercial no continente africano. Comprando, basicamente, commodities e ofertando bens e serviços, além de empréstimos para projetos de desenvolvimento. Esse arranjo gera para o lado chinês maior influência global e abertura de novos mercados. Pelo lado africano oferece acesso a bens, serviços e empregos.  Trocar commodities por bens de maior valor agregado causa deterioração dos termos de troca, isto é, a diferença entre o valor que exportado e o valor do que é importado. O que naturalmente gera endividamento. Diante desse cenário, o governo chinês usa sua demanda interna e capacidade de importação via acordos comerciais setoriais que aproveitam vantagens comparativas locais dando escala na produção de itens desejados pela China e garantindo mercado para esses produtos.   O que paulatinamente contribui para equilibrar a balança comercial com essas nações africanas ao mesmo tempo que garante abastecimento para a China. Em tempos de ...

A apuração eleitoral e o observador das Relações Internacionai

O Colégio Eleitoral americano e a apuração dos votos, nos parecem muito complicadas e pensamos: no Brasil é bem melhor. Nós olhamos o mundo pelas lentes de nossa cultura e isso afeta o julgamento que fazemos de diversas situações e realidades internacionais. Muitos conflitos em negócios internacionais têm nesse fato sua origem.   A natureza federalista, com ênfase, estadual dos EUA é muito diferente do nosso federalismo e há complexas raízes históricas para isso. Boa parte do debate constitucional original daquele país gira em torno dos Direitos dos Estados. Nosso sistema tem um caráter centralizado, que ignora as nuances regionais em troca de processos uniformizados. A informatização do voto trouxe de fato, muita celeridade ao processo, mas a adoção desse regime não foi feita com um amplo debate nacional e são comuns as desconfianças sobre a integridade desse modo de fazer eleições. Muitas opiniões publicadas sobre o sistema eleitoral de lá e de cá são apenas as lentes da fa...

O complicado caminho até a Casa Branca

O processo eleitoral americano é longo e complexo, sua principal característica é a existência do Colégio Eleitoral, que atribui aos candidatos uma quantidade de votos, que equivale ao número de senadores ou deputados (lá chamados de representantes) que cada estado tem direito no Congresso dos EUA. Esse sistema indireto de votação é uma fórmula constitucional enraizada no processo histórico da formação dos Estados Unidos, que buscava em um forte federalismo, criar mecanismos que pudessem minorar ou eliminar a possiblidade de um governo tirânico. Esse arranjo federalista se manifesta fortemente, também, na forma como a Constituição Americana é emendada, sendo necessário a ratificação de uma emenda aprovada no congresso pelos legislativos estaduais. São 538 votos totais no Colégio Eleitoral, a Califórnia tem o maior número de votos, com 55 e o Distrito de Columbia (equivalente ao nosso Distrito Federal) e outros 7 estados com 3 votos têm a menor quantidade, o censo populacional é usa...